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07/07 - México puxa reação das exportações de carros

Se as vendas no mercado doméstico despencam, as exportações de veículos brasileiros, por outro lado, ensaiam uma reação, após marcar em 2014 o menor volume em doze anos. No embalo da maior demanda no México ¬ segundo principal destino dos automóveis exportados no Brasil ¬ e do avanço em mercados vizinhos da América do Sul, os embarques atingiram, em junho, o melhor resultado em 20 meses.

Entre automóveis, utilitários leves, caminhões e ônibus, 48,1 mil unidades saíram do país com destino a mercados internacionais no mês passado, uma expressiva alta de 96,8% em relação ao volume embarcado um ano antes. Ante maio, o crescimento foi de 17,9%.

Pelo segundo mês consecutivo, a receita do setor com exportações ¬ que acrescenta à conta os embarques de autopeças e veículos desmontados ¬ ficou acima de US$ 1 bilhão. Antes de maio, a última vez em que a marca havia sido superada foi em agosto.

Segundo Luiz Moan, presidente da Anfavea, a desvalorização cambial favoreceu a competitividade das montadoras brasileiras no exterior. Fora isso, ele atribuiu ontem o desempenho à abertura de países vizinhos, fruto, segundo Moan, dos esforços da entidade em levar os automóveis brasileiros a novos mercados da América do Sul.

Conforme a Anfavea, as vendas de carros produzidos no Brasil para o México crescem 70% em 2015, chegando a número próximo de 24 mil unidades até junho. O avanço veio na esteira da recente renovação, por mais quatro anos, do acordo que regula o comércio de veículos livre de impostos de importação entre os dois países.

Para o Chile, os embarques têm alta de 33%, enquanto as exportações para o Peru acumulam neste ano crescimento de 82%, informou a Anfavea.

México, Chile e Peru respondem por menos de 16% dos veículos exportados por montadoras brasileiras. Mas juntos estão ajudando o setor a compensar a queda nas vendas a seu principal destino no exterior, a Argentina. Conforme a Anfavea, as entregas ao mercado argentino caem 4% neste ano.

O avanço das exportações, porém, é insuficiente para melhorar a produção diante de um mercado doméstico que registra o consumo mais baixo desde 2007. O resultado do mês passado levou para 20,7% a queda das vendas de veículos no Brasil desde o início do ano. O desempenho isolado de junho ¬ de 212,5 mil unidades licenciadas ¬ também foi o mais fraco para o mês em oito anos. (Valor Econômico/Eduardo Laguna)

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A Fenabrave-PR (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Paraná) e o Sincodiv-PR (Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado do Paraná) são as entidades que representam a categoria da distribuição de veículos no Paraná.

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