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08/07 - Brasil cai para a 7ª posição entre mercados automotivos

Além de demissões, paradas constantes na produção e afastamento de operários das fábricas, o agravamento da crise na indústria automobilística faz o Brasil perder posições em rankings internacionais desse setor. Balanço divulgado ontem pela consultoria Jato Dynamics mostra que o país ¬ até o ano passado quarto maior mercado automotivo global ¬ caiu para a sétima posição entre os que mais consomem automóveis no mundo.

As montadoras brasileiras também estão cedendo espaço na lista dos maiores fabricantes. Depois de perder a sétima posição para o México no ano passado, o Brasil agora também está atrás da Espanha no ranking da produção. Enquanto os espanhóis montaram 1,2 milhão de veículos entre janeiro e maio, a produção no Brasil ficou em 102 mil unidades abaixo disso em igual período, descendo para a nona posição desse levantamento.

No relatório sobre as vendas elaborado mensalmente pela Jato ¬ e que também cobre o período de janeiro a maio ¬ o mercado brasileiro, com queda de 20% no total de carros de passeio e utilitários leves entregues, já foi superado por Alemanha, Grã¬Bretanha e Índia.

Na Alemanha, agora o quarto maior mercado, as vendas crescem 3,7% neste ano, enquanto os volumes na Grã¬Bretanha (quinta) e na Índia (sexta colocada) sobem 7,3% e 5,3%, respectivamente.

Brasil e Japão ¬ terceiro do ranking e onde as vendas encolhem 12,7% ¬ são os únicos países em queda entre os dez maiores mercados automotivos do mundo. A diferença entre o consumo do Brasil e o da Alemanha já está em 329,8 mil veículos.

Na segunda¬feira, números do primeiro semestre de 2015 divulgados pela Anfavea, entidade que abriga as montadoras brasileiras, mostraram que enquanto a demanda por carros no Brasil recua para o pior resultado em oito anos, a produção de veículos já caiu ao nível mais baixo desde 2006.

A China segue como o maior mercado de automóveis do planeta, com 9,2 milhões de carros de passeio vendidos até maio, 8% a mais do que em 2014. Ou seja, em cinco meses, a China vendeu o que as montadoras brasileiras levam três anos para comercializar. Já os Estados Unidos, vice¬líder dessa lista, consumiram pouco mais de 7 milhões de unidades entre janeiro e maio, alta de 4,5% na comparação anual ¬ contudo, mais de 2 milhões de unidades atrás do mercado chinês.

O levantamento da Jato revela ainda que a Volkswagen está à frente da Toyota na briga entre as maiores montadoras do mundo. O recuo nas vendas globais da Volks, de 0,7% entre janeiro a maio, foi inferior à queda de 3,7% da Toyota, o que permitiu ao grupo alemão superar a montadora japonesa e alcançar a liderança do ranking.

No total, a Volkswagen vendeu 3,7 milhões de automóveis até maio, quase 300 mil unidades a mais do que a Toyota. Na terceira posição, a General Motors (GM) registrou vendas de 2,8 milhões de carros, 3,1% a menos do que em 2014, segundo a consultoria. (Valor Econômico/Eduardo Laguna)

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