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25/09 - Reservas podem e devem ser utilizadas, diz Tombini

Após deixar em aberto por várias vezes as insistentes perguntas dos jornalistas sobre o uso das reservas internacionais para conter a alta do dólar, o presidente do Banco CentralAlexandre Tombini, acabou dando uma sinalização um pouco mais clara a respeito do seu pensamento sobre o uso dessa ferramenta.


"As reservas são um seguro. Pode e deve ser utilizado", afirmou durante uma entrevista que surpreendeu os jornalistas por não estar agendada.


Tombini concede poucas entrevistas à imprensa, mas aproveitou a divulgação do Relatório Trimestral de Inflação nesta quinta-feira, 24, para deixar o seu recado para o mercado, que apresentava alta do dólar e dos Dis.


 


Ele acrescentou que o BC vem atuando em algumas frentes, como a venda de swaps, cuja posição da instituição é de US$ 100 bilhões ou cerca de 28% das reservas internacionais.


"Instrumento é bastante útil e vem sendo reciclado. Temos visto isso nas nossas avaliações internas. Programa tem objetivo de segurar a estabilidade da economia brasileira", explicou.


Até então, o presidente vinha desconversando sobre o uso efetivo das reservas, dizendo que "certamente" nesse processo de tentar reduzir volatilidade todos os instrumentos estão à disposição do BC e que continuam no seu raio de ação num período à frente.


"A atuação do BC deve ser no sentido de fazer com que os mercados funcionem. No Brasil, temos um mercado de câmbio flutuante. E expressa toda a sorte de variáveis econômicas e não econômicas e a lógica é a da flexibilidade da taxa de câmbio", afirmou.


Ao repetir numa das vezes que todos os instrumentos estão à disposição da autoridade, Tombini disse que como se dará, quando e se o BC realmente vai utilizar esse ou aquele instrumento é algo que se verá no acompanhamento diário do mercado de câmbio.


"Todos os instrumentos estão no raio de ação do BC, caso seja necessário à frente", repetiu. Questionado sobre se sofre pressão do governo, além do mercado para usar as reservas, Tombini disse que não vê o BC limitado ou compelido a usar determinado instrumento.


Volatilidade


O presidente do Banco Central fez questão de frisar que trabalha em parceria com o Ministério da Fazenda e com o Tesouro Nacional para reduzir a volatilidade do mercado.


Segundo ele, o BC e o Tesouro e a Fazenda estão trabalhando em coordenação. "Ambas as instituições têm instrumentos adequados para fazer esse processo de retirada de volatilidade e ansiedade desses mercados", disse.


http://exame.abril.com.br/economia/

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