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14/10 - NGK alerta sobre a presença de ferro no combustível

Durante análise das velas de ignição, foi identificada a presença do contaminante 
que pode danificar diversos equipamentos do veículo


A NGK, especialista mundial em velas de ignição, constatou a presença de óxido de ferro na ponta ignífera das velas de ignição de veículos dos estados de São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina. Após análise, foi confirmada que a origem do contaminante avermelhado é do combustível, que, quando acumulado no componente, causa falhas de ignição e, consequentemente, perda de potência. Também pode se instalar nos sensores de oxigênio e no catalisador, comprometendo os equipamentos.


Conhecido por aumentar a octanagem do combustível, o ferro não é um dos componentes da gasolina produzida no Brasil e pode ter ocorrido por um processo de contaminação ou uso de aditivo não homologado. Por meio de pesquisas, a multinacional japonesa constatou que pouco tempo após o início da utilização, as velas de ignição apresentam acúmulo de resíduos, causando dificuldades de partida, falhas de funcionamento em médias e altas rotações, além de elevação do nível de emissões de poluentes e consumo de combustível. 

De acordo com a NGK, durante análise visual de peças também foram detectados sinais de fuga de corrente, um fenômeno conhecido como flash over. Por ser um condutor elétrico, a presença de ferro na ponta da vela provoca perda de isolação, reduzindo a eficiência na queima do combustível. Por ter alto ponto de fusão, nem mesmo o funcionamento do motor é capaz de promover a autolimpeza dos itens. 

“Em casos de uso prolongado de velas contaminadas por óxido de ferro, o Flash Over cobre a superfície do isolador da peça, o que pode induzir o mecânico a confundir com uma vela carbonizada”, alerta Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da NGK. 

Segundo a fabricante, é possível identificar o acumulo do contaminante pela inspeção visual da peça. Nestes casos, a recomendação é substituir o jogo de velas de ignição e verificar o estado do sensor de oxigênio e do catalisador, que também podem ser afetados. Também é necessário atentar-se ao combustível presente no tanque, que pode ainda conter o contaminante. O resultado desta análise reforça a utilização das velas de ignição como meio de diagnóstico de falhas e perda de rendimento do motor do veículo. 

Pelas informações do SAC, a NGK constatou a presença de óxido de ferro em veículos de diversos estados do País, como São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina. O fato foi confirmado pela análise contratada pela empresa junto ao Centro Tecnológico de Controle de Qualidade, a Falcão Bauer. 

Sobre a NGK
A NGK, referência mundial nos setores automotivo, cerâmico e de revestimentos porcelanizados, completou 56 anos de atuação no Brasil em 1º agosto de 2015. Detentora das marcas NGK (Componentes Automotivos), NTK (Sensores e Cerâmicas Técnicas) e Super NGK (Revestimentos Porcelanizados), a empresa conta com um quadro de mais de 1.300 colaboradores e sua fábrica está sediada na região de Mogi das Cruzes (SP), em uma área de 625 mil metros quadrados. Fundada em 1936, em Nagoya, no Japão, a NGK é considerada a maior fabricante e especialista em velas de ignição e possui forte presença em todos os continentes. Mais informações em www.ngkntk.com.br. A página também disponibiliza dezenas de opções de cursos online para mecânicos e aplicadores.

Sobre as entidades

A Fenabrave-PR (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Paraná) e o Sincodiv-PR (Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado do Paraná) são as entidades que representam a categoria da distribuição de veículos no Paraná.

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